Dois humanos e dois agentes. Aqui está quem faz cada parte, o que cada um decide e onde o trabalho de um encosta no do outro.
Diagnóstico, arquitetura, I.A e a responsabilidade final de cada entrega.
Todo projeto começa pelo diagnóstico, porque o problema quase nunca está onde parece estar. Antes de propor sistema, agente ou automação, eu mapeio a operação inteira e mostro onde ela perde velocidade, controle e dinheiro.
Depois vem a arquitetura e a construção. IA aplicada, automação e software sob medida, integrando o que a empresa já usa em vez de trocar tudo. A entrega sobe em partes que já funcionam, cada uma com alerta e log próprios.
Do primeiro diagnóstico ao sistema rodando, a responsabilidade final é minha. Você fala comigo do começo ao fim, não com uma fila de atendimento.
Constrói o caminho que o user percorre em cada solução, desde o primeiro olhar.
Interface não é enfeite. É a diferença entre a pessoa entender o que fazer em dois segundos ou desistir no meio. O Pedro desenha a tela e, junto com ela, a ordem em que a informação aparece.
É dele o desenho das páginas que abrem a conversa com o cliente e das telas de cada sistema que entregamos, sempre com uma decisão por bloco e nada de ruído no meio.
As landing pages da BYD, da Rolex e da Nubank estão aqui nos casos, e mostram bem o método: a promessa na primeira linha, o motivo logo abaixo e o próximo passo a um toque.
Eles não substituem ninguém aqui dentro. Cuidam do que é repetitivo e do que precisa de olho o tempo todo, para sobrar tempo humano no que decide.